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Tudo sobre Acordo de Paris

Rio de Janeiro enfrenta calor extremo de 44 graus em Guaratiba

Em 17 de fevereiro de 2025, Guaratiba, na zona oeste do Rio de Janeiro, registrou a temperatura recorde de 44ºC, superando seu anterior máximo de 43,8ºC. Essa situação desencadeou alertas de calor extremo para 17 localidades e provocou a abertura de 58 pontos de resfriamento. O protocolo municipal, que categoriza temperaturas extremas, atingiu seu nível 4, sugerindo medidas urgentes para proteger a população, especialmente crianças e idosos. A mudança climática, amplamente discutida por climatologistas há décadas, continua a gerar eventos meteorológicos extremos, impulsionando a necessidade de implementar medidas efetivas como as propostas no Acordo de Paris.

Impacto da retirada dos EUA do Acordo de Paris na COP30 em Belém

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, afirmou que a retirada dos EUA do Acordo de Paris terá um impacto significativo na conferência climática que ocorrerá em Belém, Pará. Ele destacou que os Estados Unidos, como a maior economia global e os maiores emissores de gases de efeito estufa, são um ator essencial nas negociações climáticas. A decisão do presidente Donald Trump acerca do Acordo de Paris levanta preocupações em relação ao futuro das políticas de combate à mudança climática e à sustentabilidade, considerando a influência americana nesse processo crítico.

Trump reafirma saída dos EUA do Acordo de Paris: entenda os impactos

No dia 20 de janeiro de 2025, Donald Trump assinou um decreto confirmando a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, reafirmando sua antiga posição de que o acordo prejudica a economia americana. Ele também prometeu revogar 79 medidas implementadas durante o governo Biden. A decisão coloca os EUA ao lado de países como Irã, Líbia e Iémen, fora da importante meta global de limitar o aquecimento a 1,5°C. Esse movimento gerou preocupações em relação ao impacto global das emissões de gases de efeito estufa e à eficácia dos esforços climáticos internacionais.

Trump toma posse e revela planos ambiciosos para os EUA

Donald Trump assumiu a presidência dos EUA em 20 de janeiro de 2025, prometendo restaurar a grandeza da América após o que chamou de 'declínio'. Em sua posse, realizada em ambiente fechado devido ao frio, ele anunciou quatro medidas: retorno ao trabalho presencial para funcionários federais, revogação de ordens de Biden, retirada do Acordo de Paris e uma nova política de imigração. Trump destacou a emergência na fronteira e reivindicou o controle do Canal do Panamá, enquanto prometeu revitalizar a economia com exploração de petróleo e gás. Suas declarações focaram na restauração de valores tradicionais e liberdade de expressão.

2024 registra recorde de temperatura global, rompendo limite de 1,5°C

O ano de 2024 se destacou como o mais quente já registrado, com uma temperatura média global de 15,10°C. Este aumento é 1,6°C acima dos níveis pré-industriais e marca a primeira vez que o padrão de 1,5°C do Acordo de Paris é ultrapassado. O clima extremo, impulsionado pela queima de combustíveis fósseis e pelas alterações climáticas, resultou em eventos severos como ondas de calor e chuvas intensas, causando sofrimento a milhões. Especialistas alertam que este cenário representa um desafio monumental, exigindo um monitoramento contínuo para evitar uma futura crise climática ainda mais aguda.

Trump de volta à Casa Branca: um retrocesso para o clima?

A vitória de Donald Trump nas eleições dos EUA pode atrasar significativamente os esforços internacionais para combater as mudanças climáticas, segundo especialistas. Durante seu governo anterior, Trump minimizou a gravidade do aquecimento global e prometeu aumentar a produção de combustíveis fósseis, colocando os interesses americanos acima das metas climáticas globais. O retorno de Trump ao cargo levanta preocupações sobre o futuro do Acordo de Paris e a possibilidade de desregulamentações ambientais, o que pode agravar a crise climática. Especialistas destacam que, apesar dos desafios, a ação estadual e o diálogo bipartisan são essenciais para enfrentar essas questões.

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